Posts de Janeiro, 2007

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Criatividade miraculosa

Janeiro 30, 2007

Já parou para pensar sobre criatividade?

Sempre gostei disso. Alguém dizer que sou criativa é um dos melhores elogios que posso receber. Para mim, tem tudo a ver com descoberta, ousadia, pensar do modo contrário ao proposto, ver a diferença entre metade cheio e metade vazio, criar novos nomes para objetos velhos. Instigante!

Há muitos sites que falam sobre criatividade, mas nenhum deles é criativo o bastante para apresentar a tal criatividade de modo criativo. Deu pra entender? Engraçado…quanto mais diferentes, mais entupidos de clichês ficamos.

Uma definição sobre criatividade:

“criatividade representa a emergência de algo único e original” (Anderson, 1965)

Então, ali está você, doido por uma Coca-Cola®, mas desejando beber algo parecido com Guaraná e, principalmente, que não engorde, não dê celulite e não faça mal a saúde. O que você pede? Criatividade! Sim, ali está ela, pronta a lhe apresentar com a rapidez requeria algo único e original para saciar suas necessidades.

Eu sei, o exemplo é meio bobo. Mas consegue compreender? A criatividade precisa aparecer naquele momento de extrema necessidade. Quase como um…milagre! Sim, pois um milagre é a intervenção divina na vida de alguém a fim de trazer solução para uma situação (única e original, de extrema emergência). Hum, então milagres e criatividade se atropelam pelo caminho?
Na verdade, eu acredito que esses dois se completam. Milagres são sempre abundantes em senso criativo de Deus. Para cada pessoa e situação Ele age de uma maneira diferente. Como Ele consegue…

A criatividade de Deus me deixa atônita. Já parou para pensar na variedade de peixes? E de aves? E de plantas então? Até hoje não descobriram tudo! E se pararmos pra pensar que em um planeta gigante como esse não existe uma pessoa sequer igual a outra? (Japas, vocês me devem uma!). É demais…Ele teve o cuidado de, criativamente, pensar em detalhes que fizessem toda a diferença. Já ouviu uma história de amor igual a outra? Já encontrou conchas iguais na beira da praia? Ele não consegue cair na mesmice…

Graças a Ele mesmo, não fui eu quem criei o que existe por aqui. Estou mais para Maurício de Souza, desenhando 10 vestidos iguais para a Mônica em seu armário!

Somos seres criativos e inventivos, mas nunca chegaremos ao ápice da criatividade como Deus. Porque em um mundo onde todas as religiões propunham maneiras de o homem chegar até Deus, através de Jesus Cristo, Deus foi criativo (e amoros) o suficiente para propor o contrário: eu, o Senhor, vou até o homem!

Criatividade cheia de misericórdia e graça! Criatividade capaz de nos levar a uma nova vida. Criatividade divina que me faz perceber minha gigante incapacidade diante dEle. E por causa disso, prefiro deixar minha vida nas mãos desse Senhor da Criação-Criativa! É como se Ele escrevesse a música da minha vida a la “Tom Jobim”, ao invés de eu mesmo inventar a musiquinha de 5 compassos com singelas 2 notas. Santa criatividade…

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Na ponta da língua…

Janeiro 26, 2007

A idéia é boa, o livro é que não ajuda muito…

Na Arábia Saudita, um maconheiro tem sua sentença trocada: ao invés de 6 meses de prisão, ele precisa decorar o Alcorão inteiro (77 mil palavras!).

Bem, eu acredito que ele pode até ter uma mudança de comportamento, mas mudança de vida não. Na verdade, muitas coisas podem contribuir para uma moral mais aceitável, mas é só a “casca”. Mudança no interior só a Palavra de Deus! Essa é a grande diferença entre a Bíblia e outros livros religiosos.

Se você quiser ler sobre o Islamismo e estudar as diferenças entre as 2 maiores religiões, veja algumas informações importantes. Uma delas é sobre a salvação. O cristianismo crê que é um dom gratuito de Deus (Efésios. 2:8-9) para a pessoa que acredita em Cristo e no Seu sacrifício na cruz; ele é o nosso mediador (1 Timóteo. 2:5) e nenhum esforço é de qualquer forma suficiente para merecer a salvação desde que nossos esforços são todos inaceitáveis a Deus (Isaías 64:6). Aleluia! Bem, já o Islamismo crê que a salvação depende do esforço e das boas obras de cada um (puts, eu estaria ferrada. Você não?!)

Fiquei pensando naquele maconheiro (desculpe meus modos, mas esteja certo de que não tenho a intenção de que a descrição seja pejorativa, apenas real), por 6 meses decorando um livro que não tem o poder de lhe dar uma vida nova – antes e depois da morte! Ele vai ler, ler, ler e decorar tudinho, mas, se puxar fumo mais uma vez depois disso, puff! “Está condenado ao inferno”.

Terrível! Fique com Maomé, aterrorizante; eu fico com meu Deus, Pai de amor e misericórdia.

Se nosso governo adotasse medidas assim, creio que teríamos mudanças drásticas (para melhor) em nosso país. É bem verdade que muitos “crentes” têm envergonhado nosso país lá fora, e pior: ridicularizado o Evangelho; mas não nos cabe julgar (que pena…seria especialista nisso!). Eu, porém, posso crer que apesar de toda a bagunça que fazemos com as verdades Bíblicas e o descaso com padrão que Jesus nos deixou, a Palavra tem poder para transformar. Exatamente porque somos assim – cheio de falhas – é que ela precisa funcionar. E convenhamos, não existe nenhum outro livro que você compra e o autor vem junto, certo?!

Quem sabe um dia esse usuário de drogas venha a decorar a Palavra de Deus. A recompensa? Não seriam apenas 6 meses de liberdade – seria uma vida inteira! E isso sem contar os benefícios da eternidade ao lado do próprio autor…

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Longe de Velórios…

Janeiro 24, 2007

Eu, heim? Nessa quarta-feira um homem foi velado e enterrado no lugar de outro! Veja notícia aqui!

Junto a essa notícia (que meu amigo Douglão diria ser “cabulosa”), na Bahia um morto (vivo!) se mexe no caixão e deixa todos espantados!

Agora, pense comigo, será que existe algo pior do que morrer e continuar vivo?
Certamente você deve achar essa pergunta absurda e sem nexo. Mas quer ver outra notícia de um homem que, após morrer, continou vivinho da silva? Veja aqui.

“E creu até o próprio Simão e, sendo batizado, ficou de contínuo com Filipe; e admirava-se, vendo os sinais e os grandes milagres que se faziam” (v.13)

Simão era um mágico (a propósito, fui ao cinema na segunda-feira e vi “O Ilusionista”. Se você gosta…) muito reconhecido em Samaria e arredores. Ele enganava as pessoas com sua arte mágica, capturando a atenção de todos. Mas diz nesse texto que ele converteu e se admirava do que Filipe fazia (ele deveria pensar: onde foi que ele aprendeu esse truque?).

Mas Simão é o típico cara que morre e continua vivo. Como? Bem, quando a gente se converte, é como se morressemos para esse mundo, certo? Mas vejam só…ele morre (ou finge, não sei…ele era bom nisso!) e na primeira oportunidade mostra que, por dentro, está ainda bem viva a sua velha natureza. Veja a proposta dele:

“Quando Simão viu que pela imposição das mãos dos apóstolos se dava o Espírito Santo, ofereceu-lhes dinheiro, dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu impuser as mãos, receba o Espírito Santo” (v. 18,19)

Penso que ele caiu em si, viu que não tinha a mesma popularidade de antes e rapidinho quis resolver isso, recebendo poder extra para essas “mágicas inexplicáveis”. Na verdade ele podia ter esse poder – de graça! Os apóstolos impunham as mãos e as pessoas recebiam, mas ele não conseguiu ver isso. Sabe por que?

Os vivos não enxergam as coisas espirituais. Sempre estão presos na razão, no natural, naquilo que está ao alcance de seus olhos. Mas os mortos, esses sim vêem o além…

Nós morremos com Cristo. Agora, vivamos a nova vida para Ele!
Fique longe dos velórios, mas bem próximo do sepulcro vazio. Este fará você lembrar que não vale a pena ser morto-vivo, apenas morto e depois, bem vivo.