
Coisas e tal
Maio 28, 2007Bem-vindo ao mundo!
Cada vez mais, estudantes, recém formados e os “sem-perspectivas” viajam para o exterior a fim de conseguirem melhores oportunidades – seja de emprego, seja de vida. Mas junto com o desejo ardente de um novo tempo, vem as preocupações com vistos, imigração e por aí vai. Não seria mais fácil de o mundo fosse de todos? “Quero morar na Alemanha”, então lá vou eu para a ex-terra de Hitler. “Meu sonho é Havaí”, e rapidamente eu chego com minha prancha de surf às belíssimas praias. “Seria incrível morar no Brasil e trabalhar por lá”, então adivinhe? Você pode ir e ficar - afinal, existe gosto para tudo. Mas entre essa bagunça étnica, há quem ganhe dinheiro para financiar o sonho de cada um. “Pague tanto e more no lugar onde desejar, ganhando ‘X’ dinheiros por mês”. Agências de intercâmbio e turismo não param de caçar níqueis com a impossibilidade de alguns irem e virem quando querem. Sem pensar em todos os trâmites políticos (ou, quem sabe, pensando seriamente nisso), não seria ótimo se o mundo fosse de todos nós?
Teríamos, no mínimo, um problema a menos. No Brasil, tirar o passaporte passou a ser tão disputado quanto fila de INPS. Na casa da moeda, uma máquina estragou, dificultando a emissão das cadernetas e aumentando as filas a cada dia. O expediente da Polícia Federal aumentou para dar conta do recado. Mas como o Brasil é o país do jeitinho brasileiro, é possível pagar de R$50,00 a R$100,00 para taxistas e ter o lugar assegurado na hora de emitir o passaporte. É ou não é uma bagunça?
Dá pra engolir?
A visita do Papa Bento XVI ao Brasil mobilizou o país. Os jornais, rádios e canais de televisão não pararam de noticiar o roteiro do papa, seus discursos, interesses e opiniões. Mas engraçado nisso tudo foi a entrevistas com o chef de cozinha contratado no Brasil para atender a autoridade. Primeiramente perguntaram se havia alguma restrição na dieta, o que o chef iria preparar, como ele se sentia com o convite, e assim por diante. Mas ao perguntarem sobre sua fé, se esteve era devoto de algum santo ou se sentia-se feliz por servir ao papa, ele disse que apesar de ser sempre uma honra servir autoridades reconhecidas, estava fazendo aquilo simplesmente por trabalho. “Sou evangélico”, disse. E o Papa, será que engole essa?!
Deficiência nos cinemas
Parabéns ao diretor James Keach! Se no nosso dia-a-dia pessoas com deficiência física muitas vezes são esquecidas, no cinema elas são o assunto. A comédia romântica Blind Dating traz a história de um jovem cego em busca de um amor verdadeiro e que, por sua dificuldade visual, torna-se uma tarefa complicada. Tema interessante para ser discutido em sala de aula, no ambiente de trabalho ou mesmo na sala de estar de nossas casas – eles também amam. Ao contrário do que muitos pensam, amor verdadeiro não está condicionado a roupas de griffe e a um corpo escultural (sorte nossa, não?!), mas sim ao companheirismo e a certeza de que será necessário decidir amar todos os dias. Amar um cego ou um paraplégico não é mais difícil que amar aquele que deixa a toalha molhada em cima de seu travesseiro. A decisão vem do mesmo lugar – do coração. Não deixe de conferir o filme e de pensar no assunto.
Brincando de fazer arte
Sabe aquela sua Barbie, de 15 anos atrás? Ou seu homenzinho Capitão América? É melhor guardar, porque eles podem vir a ser arte! Em Hong Kong, uma exposição conta a história dos brinquedos na China no século passado. As peças são do acervo Most - Museum of Shanghai Toys, e todas transmitem as idéias políticas do país. O designer gráfico Marvin Chan levou 18 anos para reunir as 3 mil peças em exposição que conta com brinquedos em lata, bonequinhos, quebra-cabeças, entre outros. Um ótimo aliado para ensinar história nas escolas, de uma forma divertida e instigante.
hehehe muito legal. cara parabens. você é 10 com as palavras é tua praia.