Já se passou um mês desde o último texto neste blog. O Natal se foi, o ano novo chegou e parece estar com pressa! Em alguns dias já estaremos no segundo mês de 2008 e eu ainda não vi as fotos tiradas na virada do ano (lá por 1h da manhã, já que na virada eu estava trabalhando!). “Anyway”, novas experiências.
Sinto falta de meditar sobre as coisas que vem acontecendo e escrever sobre as mesmas (afinal, as duas são sinônimos para mim). Ao mesmo tempo sou tomada por um certo desânimo e a convicção de que não tenho muito a dizer. O laptop esragado coopera com minha preguiça, cansaço, desânimo e convicção. (Dois parágrafos e penso se seria melhor eu parar por aqui – o texto é oco e os erros de português cada vez mais evidentes).
Não fui a igreja semana passada. Também não fui hoje. Não orei semana passada e também não orei hoje. Bem, até alguns minutos atrás. O fato é que tenho andado longe de Quem me trás segurança e, ainda que tudo esteja indo bem, sinto falta da companhia de quem sempre me guia.
Meus dias têm sido cheios. Acordo 4h30 da manhã, trabalho até uma da tarde. Depois disso a merecida soneca. No final do dia, o calor de 30 graus (perfeito, nem muito, nem pouco) me chama à beira do lago. Amigos ligam para aproveitarmos o tempo. Festas, encontros, pequenas viagens, “tudo em paz, menos um detalhes: ter deitxado pra trás meu primeiro amor”.
Não existe sentido sem Ele. Não há um real aproveitamento do tempo, do dia, do lugar, das pessoas, se Ele não for a essência de cada atividade. Se eu já sabia disso? Certamente. Mas por um epaço de tempo deixei a vida me envolver e resumi meu relacionamento com Deus a uma lista de oração diária (só a lista, sem orações). Hoje, exausta no corpo e estafada na mente, meu Pai me chamou com carinho e me fez ter um tempo com ele.
Salmo 103:34b diz “minha única alegria se encontra no Senhor“.
Então percebo que posso estar no melhor lugar do mundo, tendo as melhores oportunidades e os dias mais inesquecíveis de toda uma vida, mas sem Sua presença, que trás alegria, a diversão não é garantida e o sorriso é amarelo. Eu preciso do Salvador, eu prefiro desse motivo diário para viver, mesmo quando o mundo me oferece mil razões para continuar. Minha necessidade clama por Ele – seu caráter, sua vida, suas palavras, suas atitudes, seu entusiasmo, seu foco, sua presença, seu olhar, sua graça, seu tudo.
Este é mais um desabafo e também um sinal de vida para amigos e parentes, dizendo que estou a salvo. A salvo, viva e vivendo bem. Mas certa de que se tudo isso terminasse, a alegria ainda estaria em mim. Ele é minha alegria. Todo o resto é porque Ele gosta de me mimar…
