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Superman na Nova Zelândia

Março 31, 2008

Há cerca de 8 meses atrás, uma família kiwi (Nova Zelândia) decidiu colocar o nome de seu filho de Superman! A idéia inicial era outra, mas em função das complicações no cartório, apelaram para o nome do grande super-herói dos quadrinhos.

Será que o bebê dá conta?
Entre Lois Lane e cabines telefônicas, o superman dos quadrinhos resolve a grande bagunça do mundo (tarefa esta que, convenhamos, hoje é bem maior que na década de 30, quando o mocinho foi criado).

Entre nomes na vida real e ações nos quadrinhos, todos sabemos que super herói nunca existiu. Ou melhor, existe e é apenas um – mas pula fora da vida cartoonista e prova que o supernatural faz parte do nosso dia-a-dia. Ele não precisa de capa vermelha, não enfraquece com criptonita e nunca disfarçou com óculos garrafais não ser quem era. Ao contrário, quando em nosso meio, usou roupas como as nossas, provou que vence até mesmo a morte e quando questionado, fez questão de declarar ser o filho de Deus. Jesus é nosso herói – pelo dicionário, “indivíduo notável positivamente por seus feitos e/ou capacidades”. É ou não é?!

Em Lucas 1:49, lemos o cântico de Maria, dizendo: “Porque me fez grandes coisas o Poderoso”. Falava ela do Deus, todo poderoso, pouco sabia esta que traria ao mundo o Super-Deus-Homem, capaz de fazer os maiores milagres.

Não sei você, mas vezes ou outra preciso de um super herói. Quando a situação no trabalho não vai bem, a família passa por alguma necessidade, aquele querido adoece, o dinheiro acaba, o coração entristece, quando tudo parece contrário e só um super Deus é capaz de resolver. Nessas horas, conto com meu super-herói, Jesus. Seja no Brasil ou na Nova Zelândia, ele está sempre pronto a provar que pode resolver qualquer episódio de sua vida.

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Rico por um dia.

Dezembro 20, 2007

Juro! Eu morro e não vejo tudo nessa vida. Revirando os sites e procurando alguma notícias interessante, dei com os olhos na seguinte manchete: Milionário dá de presente a um mendigo “Um dia no paraíso”. Segue um breve resumo da matéria:

O milionário letão July Kruminsh tornou real a idéia, sugerida pela revista “Privata Dzive”, de presentear um mendigo com “Um dia no paraíso”. O mendigo Aleksander Kuleshov foi levado a um salão de beleza, e dali ao chalé do milionário, onde pôde vestir camisas de US$ 600, fumar charutos, saborear bebidas seletas, mergulhar na piscina e jogar bilhar com Kruminsh. [Yahoo Noticias]

O objetivo? Dizem os editores da revista ser uma maneira de impulsionar os mendigos – no caso, um alcóolatra – a repensar sobre a vida e buscar novos objetivos. A meu ver, não é suficiente, mas não custa tentar. Acredito que a questão-chave seja “como” mudar de vida e não “porque”. Afinal de contas, ainda que um mendigo tivesse nascido nas ruas, não deve ser difícil sonhar com uma cama confortável, comidas não retiradas de latas de lixo, roupas cheirosas e sentido na vida. O desejo por essas coisas não vem do ver, mas sim do viver.

Bueno, não vou avacalhar (essa é pros gaúchos!) com a idéia da revista. Pode funcionar e, se milionária também, quem sabe seguiria os passos de Kruminsh (caso você se encaixe na posição do Sr. Kruminsh, não se incomode em me deixar o papel de Sra. Kuleshov – um dia de milionária seria extremamente bem-vindo).

Mas você sabe, toda história, para ser boa, tem um final inesperado. Depois de vestir ternos armani, beber champagne e provar caviar, sabe qual foi a sugestão do mendigo? “Agora você vem comigo e conhece meu mundo”. E lá foram os dois, o milionário e o mendigo, visitar os lugares mais frequentados por mendigos em Riga, Letônia.

Não sei quanto o mendigo precisava saber do “mundo-dos-ricos” para desejar algo mais na vida. Mas quem sabe o milionário precisasse ver o “mundo-dos-pobre” para aprender o que o dinheiro não pode comprar. No meio-termo no qual me encontro, não sei qual lado deveria primeiro experimentar. Por certo, cobertores de papelão e resorts 5 estrelas tem muito a me ensinar.

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Coisas e tal

Maio 28, 2007

Bem-vindo ao mundo!

Cada vez mais, estudantes, recém formados e os “sem-perspectivas” viajam para o exterior a fim de conseguirem melhores oportunidades – seja de emprego, seja de vida. Mas junto com o desejo ardente de um novo tempo, vem as preocupações com vistos, imigração e por aí vai. Não seria mais fácil de o mundo fosse de todos? “Quero morar na Alemanha”, então lá vou eu para a ex-terra de Hitler. “Meu sonho é Havaí”, e rapidamente eu chego com minha prancha de surf às belíssimas praias. “Seria incrível morar no Brasil e trabalhar por lá”, então adivinhe? Você pode ir e ficar – afinal, existe gosto para tudo. Mas entre essa bagunça étnica, há quem ganhe dinheiro para financiar o sonho de cada um. “Pague tanto e more no lugar onde desejar, ganhando ‘X’ dinheiros por mês”. Agências de intercâmbio e turismo não param de caçar níqueis com a impossibilidade de alguns irem e virem quando querem. Sem pensar em todos os trâmites políticos (ou, quem sabe, pensando seriamente nisso), não seria ótimo se o mundo fosse de todos nós?
Teríamos, no mínimo, um problema a menos. No Brasil, tirar o passaporte passou a ser tão disputado quanto fila de INPS. Na casa da moeda, uma máquina estragou, dificultando a emissão das cadernetas e aumentando as filas a cada dia. O expediente da Polícia Federal aumentou para dar conta do recado. Mas como o Brasil é o país do jeitinho brasileiro, é possível pagar de R$50,00 a R$100,00 para taxistas e ter o lugar assegurado na hora de emitir o passaporte. É ou não é uma bagunça?

Dá pra engolir?

A visita do Papa Bento XVI ao Brasil mobilizou o país. Os jornais, rádios e canais de televisão não pararam de noticiar o roteiro do papa, seus discursos, interesses e opiniões. Mas engraçado nisso tudo foi a entrevistas com o chef de cozinha contratado no Brasil para atender a autoridade. Primeiramente perguntaram se havia alguma restrição na dieta, o que o chef iria preparar, como ele se sentia com o convite, e assim por diante. Mas ao perguntarem sobre sua fé, se esteve era devoto de algum santo ou se sentia-se feliz por servir ao papa, ele disse que apesar de ser sempre uma honra servir autoridades reconhecidas, estava fazendo aquilo simplesmente por trabalho. “Sou evangélico”, disse. E o Papa, será que engole essa?!

Deficiência nos cinemas

Parabéns ao diretor James Keach! Se no nosso dia-a-dia pessoas com deficiência física muitas vezes são esquecidas, no cinema elas são o assunto. A comédia romântica Blind Dating traz a história de um jovem cego em busca de um amor verdadeiro e que, por sua dificuldade visual, torna-se uma tarefa complicada. Tema interessante para ser discutido em sala de aula, no ambiente de trabalho ou mesmo na sala de estar de nossas casas – eles também amam. Ao contrário do que muitos pensam, amor verdadeiro não está condicionado a roupas de griffe e a um corpo escultural (sorte nossa, não?!), mas sim ao companheirismo e a certeza de que será necessário decidir amar todos os dias. Amar um cego ou um paraplégico não é mais difícil que amar aquele que deixa a toalha molhada em cima de seu travesseiro. A decisão vem do mesmo lugar – do coração. Não deixe de conferir o filme e de pensar no assunto.

Brincando de fazer arte

Sabe aquela sua Barbie, de 15 anos atrás? Ou seu homenzinho Capitão América? É melhor guardar, porque eles podem vir a ser arte! Em Hong Kong, uma exposição conta a história dos brinquedos na China no século passado. As peças são do acervo Most – Museum of Shanghai Toys, e todas transmitem as idéias políticas do país. O designer gráfico Marvin Chan levou 18 anos para reunir as 3 mil peças em exposição que conta com brinquedos em lata, bonequinhos, quebra-cabeças, entre outros. Um ótimo aliado para ensinar história nas escolas, de uma forma divertida e instigante.