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	<title>Queila da Rosa &#124; a vida em palavras</title>
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		<title>Queila da Rosa &#124; a vida em palavras</title>
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		<title>Terminou mas não acabou.</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 17:42:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lições aprendidas no período pós-seminário
Eu tinha formado em Relações Públicas há apenas 4 dias e já partia para uma cidade desconhecida, rumo aos planos traçados. Profissão?! Bem, melhor dizer ministério. Com uma forte convicção, entendi que Deus me chamava para um período específico de aprendizado da Palavra e preparo para a obra que Ele de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queiladarosa.wordpress.com&blog=606350&post=143&subd=queiladarosa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>Lições aprendidas no período pós-seminário</em></p>
<p>Eu tinha formado em Relações Públicas há apenas 4 dias e já partia para uma cidade desconhecida, rumo aos planos traçados. Profissão?! Bem, melhor dizer ministério. Com uma forte convicção, entendi que Deus me chamava para um período específico de aprendizado da Palavra e preparo para a obra que Ele de fato queria que eu cumprisse. Engavetei o diploma de bacharel e lá fui eu rumo a Belo Horizonte/MG, para estudar no Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono. Era Fevereiro de 2004.</p>
<p>Foram dois anos maravilhosos. Confusos em algumas áreas, tensos em outras, mas sem dúvida alguma foi um tempo de aprendizado, de receber ensino do Senhor e ser tratada em meu coração. Quando lembro daqueles 2 anos penso que acertei em muitas decisões, mas errei em tantas outras. Para os que me conhecem é fácil apontar em quais momentos eu acertei, porém poucos saberiam dizer em quais eu errei. Julguei mal. Caí. Não deixei Deus tratar até o fim porque doía. Abri mão do que não poderia. Perdi oportunidades por causa do orgulho, da preguiça e da falta de perspectiva. </p>
<p>Não, não escrevo para me lamentar. Uma verdade por mim conhecida e vivida é “Deus é bom e a Sua misericórdia dura para sempre”. O seminário terminou, mas não acabou a obra dEle em minha vida. Às vezes queremos que Deus encaixe Sua ação dentro do nosso tempo e ciclo, mas Ele é soberano e cumpre independente de nossa forma limitada de medir o tempo. Érica, minha discipuladora no 1º ano de seminário (mas intercessora e amiga até hoje) me escreveu pedindo para que eu compartilhasse o que fazer e o que não fazer após o seminário. De maneira didática, vou dividir com vocês minhas experiências pós-seminário.</p>
<p><strong>1º: Recorde o que você viveu.</strong><br />
Já se passaram quatro anos desde minha formatura no seminário, mas ainda lembro de algumas coisas como se fosse hoje (e olha que memorizar não é meu forte!). Quando vejo fotos, deixo um recado pra ex-colegas no orkut, escuto alguma música cantada na escola de oração, quando vejo as anotações em minha Bíblia, tudo isso me lembra do tempo vivido.  E quando recordo, é como se pudesse testemunhar para minha própria alma, para que dentro em mim os sonhos lá semeados não morram, mas cresçam e dêem frutos. Recordar é manter vivas as promessas do Senhor. É crer que Ele mesmo preparou um tempo – nesse caso, o seminário – para que os Seus sonhos encontrassem terreno fértil e preparado para dar fruto.</p>
<p><strong>2º: Use o que você aprendeu </strong><br />
Confesso que meus cadernos e anotações continuam em algumas caixas no quartinho da bagunça. Entretanto, desde que terminei o seminário sempre procurei formas de colocar em prática o que ouvi e aprendi. Já dizia Confúcio, “a essência do conhecimento consiste em aplicá-lo, uma vez possuído”. Formei no seminário, trabalhei na escola por mais alguns meses e então Deus me deu um dos maiores presentes: fui convidada a trabalhar em uma mega-igreja, usando minha profissão de Relações Públicas e minha formação teológica. Depois de um ano e meio fui morar na Nova Zelândia e lá fiquei por 2 anos. Com um grande servo do Senhor, meu amigo Leiser, dediquei parte do meu tempo na formação de um grupo de estudos bíblicos para brasileiros. Começamos o grupo com 4 pessoas e após um ano o grupo tinha participação de 60 pessoas! O que aprendi passei adiante. Não existe recompensa maior do que testemunhar pessoas sendo transformadas através de nossas vidas. </p>
<p><strong>3º: Continue estudando e buscando crescer em Deus</strong><br />
Formar-se em teologia não significa possuir toda a verdade. Em profissões seculares, os profissionais precisam de constantes atualizações para se manter aptos a exercerem as atividades com eficiência. Não entendo porque muitos pastores e ministros não fazem o mesmo! Precisamos alimentar nosso intelecto da mesma maneira que alimentamos o nosso espírito com a Palavra de Deus. Um pastor pronto para pastorear é aquele que conhece a sociedade a sua volta, que entende as dificuldades enfrentadas pela igreja atual e que não está alienado, mas confia no Senhor para alinhar inteligência e sabedoria. Não pense que o seminário cursado é absoluto em verdades. Esteja aberto para ouvir novas propostas, novas idéias, sempre pesando tudo e nunca abrindo mãos das verdades absolutas da Palavra de Deus.</p>
<p>Bem, até aí tudo certo. Mas o que não podemos (ou pelo menos não deveríamos) fazer?</p>
<p><strong>1º: Não se compare aos seus colegas </strong><br />
Depois de algum tempo formada no seminário, percebi que apesar de Deus me usar no ministério, ainda não estava totalmente pronta para a obra e precisei passar por mais um tempo de preparo. Na verdade, penso que a cada dia sou “melhorada” pelo Espírito Santo para poder fazer aquilo que Deus espera de minha vida. O fato é que inúmeras vezes me comparei a meus colegas. Alguns deles atuam de tempo integral no ministério. Vi pastores de ministérios e congregações. Vi ministros de louvor. Vi gente gravando CD, publicando livros. E eu? Eu ouvi uma frase! “Comparação é orgulho. Ou você se acha superior a alguém ou inferior. E em qualquer uma das duas opções, é orgulho pensar que poderíamos criar padrões diante da soberania de Deus”. É uma tarefa árdua, mas tenho me policiado para não me comparar aos outros. Se Deus me fez assim e me colocou onde estou, certamente tem planos para mim neste lugar!</p>
<p><strong>2º: Não aguarde o ministério perfeito para então se envolver</strong><br />
Sempre temos algo do que reclamar. É o novo pastor que chegou; os jovens que não se envolvem no trabalho missionário; as decisões tomadas pelas diretoria que não agradam. Para esse problema, também ouvi e aprendi algo, dito por meu professor e sábio pastor na época do seminário: “Murmurar é dizer: se eu estivesse no lugar de Deus, eu faria diferente”. E lá estamos nós, assumindo postos divinos, tentando ajeitar as pessoas, consertar o mundo para então colocarmos os pingos nos is! Quando pararmos de reclamar e começarmos a agir como verdadeiros cristãos, apesar da imperfeição de nossos ministérios, então vamos impactar um mundo que está carente, não de planejamento estratégico, mas de ações baseadas em amor.</p>
<p><strong>3º: Não duvide do seu chamado</strong><br />
Com o passar do tempo, esquecemos do que Ele prometeu. Somos assim, relapsos, com quase todas as promessas que vivemos. Prometemos desempenhar nossa profissão com ética e igualdade, até o desânimo chegar com a falta do pagamento. Prometemos amar nosso cônjuge na saúde ou na doença, até a invalidez bater às portas do matrimônio. Prometemos ir e pregar, até os confins da Terra, até deixarmos os interesses pessoais se sobreporem ao amor pelo perdido. O mundo oferece tantas possibilidades, nos destacamos na vida profissional, nos deparamos com ofertas incríveis e então duvidamos de um dia termos ouvido a chamada do Mestre. “Deve ter sido empolgação&#8230;nada aconteceu depois de toda minha preparação ministerial”. Não duvide! Ele não se atrasa e nunca duvidou de que você responderia ao Seu chamado para representá-Lo aqui nesse mundo.</p>
<p>Você pode estar começando o seminário agora, ou terminando. Pode estar cursando a faculdade sem nunca ter pensado em trabalhar no ministério. Mas a verdade é que todos nós somos chamados para a obra e precisamos brilhar a luz de Cristo através de nossas vidas. E pós-seminário ou pós-chamado, precisamos ter essas lições em nossos corações. As promessas dEle para nós não acabaram&#8230;Deixe o Senhor dominar a sua vida e cuidar do seu tempo. Os frutos do trajeto vivido serão eternos!</p>
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		<title>Resistente a provações</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 16:01:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cuidado de Deus enquanto passamos pelo deserto
Na primeira noite em casa, após ter desembarcado do vôo Auckland-Buenos Aires-Porto Alegre (e lá se vão cerca de 15 horas), sabia que dormir não seria tarefa fácil. Apesar do cansaço, estava jet-lag e a diferença de fusos me deixava confusa e acesa. Consegui dormir perto da meia-noite, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queiladarosa.wordpress.com&blog=606350&post=138&subd=queiladarosa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>O cuidado de Deus enquanto passamos pelo deserto</em></p>
<p>Na primeira noite em casa, após ter desembarcado do vôo Auckland-Buenos Aires-Porto Alegre (e lá se vão cerca de 15 horas), sabia que dormir não seria tarefa fácil. Apesar do cansaço, estava jet-lag e a diferença de fusos me deixava confusa e acesa. Consegui dormir perto da meia-noite, mas às 3 da manhã despertei! Estava com tanta disposição como se tivesse acordado tarde em pleno feriado! Olhei para as duas malas abertas e esparramadas, olhei para o guarda-roupa e tive uma brilhante/assustadora idéia: “por que não organizar tudo?”. Nas próximas três horas eu dobrei as roupas, tirei do armário o que não queria mais, re-arranjei tudo nos cabides e prateleiras e resgatei peças um tanto antigas. Encontrei uma antiga blusa de linha que minha mãe usou quando tinha cerca de 20 anos e, sem pensar duas vezes, planejei usa-la no próximo domingo.</p>
<p>Ficou espantado como pode uma blusa estar intacta mesmo após quase 40 anos? Bem, eu posso lhe informar passagens bíblicas para provar! Não, não se trata de fanatismo e tampouco de uma nova teologia dos sintéticos, mas sim do cuidado de Deus com seu povo no período em que estavam no deserto. </p>
<p><em>“Quarenta anos vos conduzi pelo deserto; não envelheceram sobre vós as vossas vestes, nem se gastou no vosso pé a sandália” </em>Deuteronômio 29.5.</p>
<p>O povo saíra do Egito há 40 anos e, durante todo esse tempo, Deus provou os seus filhos no deserto. O Mar Vermelho se abriu e eles passaram. Maná foi mandado do céu todas as manhãs. Nuvem e coluna de fogo os protegeram. Água brotou da rocha. Tantos milagres, tanta provisão. Mas, roupas e calçados?</p>
<p>Paris Hilton teria um enfarte se tivesse que usar os mesmos calçados durante 40 anos. Provavelmente, eu e você também. Nem mesmo um tênis Adidas ou Nike resistiria a tanto tempo de uso sem intervenção de Deus! Ele cuidou para que nada se perdesse, manteve seus corpos protegidos e seus pés livres de inchaço (Dt.8.4). Meditando nesse texto, percebi que Deus manteve o povo intacto, livre de qualquer “degradação”, de qualquer desgaste ou estrago. Por 40 anos, costureiras e sapateiros estiveram desempregados! E também não é assim que Deus tem feito conosco? Não é esse cuidado que Ele tem dispensado?</p>
<p>Quatro dias, alguns meses, quarenta anos, o tempo da nossa provação varia. A frase conhecia e muito declarada é verdadeira: toda a promessa passa pelo teste do tempo. Para as surpresas que teremos com o futuro, o Senhor tem profundo interesse em nos preparar e fortalecer para o que virá. Ao testar nosso coração e moldar nosso caráter, Ele nos faz caminhar pelo deserto e passar pelas provações da vida. Mas assim como o povo de Israel não viu suas sandálias se gastarem ou suas roupas rasgarem, assim também não vemos nosso coração apodrecer. No tempo da prova, Ele tem o cuidado de nos manter firmes, fortes e abastecidos de toda a provisão necessária. Deus nunca quis acabar conosco, não quer nos levar para o deserto e fazer remendos em nossas emoções ou bainha em nossos pecados. Ele nos leva ao deserto e lá provê tudo o que é necessário para passarmos pelo tempo de prova. 	</p>
<p>Na etiqueta de nossa “roupa de pele”, provavelmente está escrito:<br />
Marca: Provação<br />
Tamanho: de acordo com as necessidades<br />
Validade: à prova do tempo<br />
Cuidados: Para melhor conservação, submeter aos cuidados de Deus</p>
<p>Enquanto caminhamos, enfrentamos dificuldades e, por vezes, pensamos não ser possível resistir. Mas Deus nos prova o Seu amor e nos faz entender que o tempo da prova não é tempo de destruição. É sim um tempo para preparar nossa matéria-prima, tornando-nos resistente a qualquer clima, seja desértico ou paradisíaco. E se essa moda pegar&#8230;as butiques é que se cuidem. 	</p>
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		<title>Um pai para casar!</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 02:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>queiladarosa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[imitadores de Deus]]></category>
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		<description><![CDATA[
Por volta dos 5 anos de idade, minha fixação por casamento era ainda maior do que hoje, solteira aos 27. Todos os pequenos detalhes eram planejados, desde meu vestido, flores, cerimônia, músicas de entrada, e até mesmo o noivo! Sim, todo o planejamento poderia falhar, mas o noivo escolhido era sempre o mesmo. E adivinhe [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queiladarosa.wordpress.com&blog=606350&post=127&subd=queiladarosa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img src="http://queiladarosa.files.wordpress.com/2009/08/casando2.jpg?w=96&#038;h=150" alt="casando" title="casando" width="96" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-132" /></p>
<p>Por volta dos 5 anos de idade, minha fixação por casamento era ainda maior do que hoje, solteira aos 27. Todos os pequenos detalhes eram planejados, desde meu vestido, flores, cerimônia, músicas de entrada, e até mesmo o noivo! Sim, todo o planejamento poderia falhar, mas o noivo escolhido era sempre o mesmo. E adivinhe quem? Meu pai! Para mim, ele era simplesmente o máximo! Entrando nos seus 40, ele era bonito, presente em casa, trabalhador, inteligente e, o mais importante, me amava! Não havia noivo melhor do que meu pai – todos os outros não chegariam aos seus pés! As discussões sobre a provável poligamia não me afetavam. </p>
<p>- Mas Queila, o teu pai já é casado com a tua mãe! Não pode casar-se novamente!<br />
- Pode sim, minha mãe deixa! &#8211; eu afirmava, teimosamente batendo o pézinho.</p>
<p>Obviamente, aquele era um sonho de criança e, por conseqüência, sem nenhum cabimento. Prova, porém, que eu via em meu pai um homem-modelo, alguém em quem eu apostaria minhas fichas, pois o amor era mútuo. </p>
<p>Creio que Deus busca em cada pai um caráter moldado à luz da Palavra e uma vida que seja exemplo para os filhos. Quantos filhos têm olhado para a mídia, procurando por um modelo a seguir? Quantas crianças já não se importam com a presença do pai, já que este não traz nenhuma paz para dentro do lar? Quantas esposas já não nomeiam seus maridos como “sacerdotes do lar”, pois estes não têm se portado de acordo? Os pais precisam crescer no conhecimento de Deus até que possam afirmar, como Paulo, “Sede meus imitadores [meus filhos], como também eu sou de Cristo” – 1 Corintios 11.1 – inserção minha.  </p>
<p>Quando crianças, os filhos têm maior prazer em imitar o pai. Com a adolescência e a juventude, mania de pai é alvo da frase “que brecha”, embora o amor nunca tenha se apagado. Quando adultos, percebemos que seu ensinamento, seu cuidado, seu amor e caráter foram essenciais na nossa formação. E o amor? Maduro e duradouro!</p>
<p>O tempo passou. Mas depois de todo esse tempo, ainda vejo o meu pai do mesmo jeito: bonito, presente em casa, trabalhador, inteligente e cheio de amor por mim! E hoje, com um bônus especial – meu pai tem um compromisso com o Senhor e serve a Deus com sua vida! Hoje desejo um Feliz Dia dos Pais e oro para que a vida de cada pai venha a refletir Cristo e ser o maior modelo para seus filhos. Hoje, tantos anos depois não desejo mais casar-me com meu pai, no entanto, desejo e faço votos que cada um de vocês sejam excelentes e escolhidos por seus filhos como o homem perfeito, a caminho do altar ou não.</p>
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		<title>Novo ângulo!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 03:38:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>queiladarosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há 15 dias desembarquei no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre com um mix de emoções incapazes de serem descritas. Após ter vivido na Nova Zelândia, a decisão de permanecer no Brasil trazia a expectativa e também a ansiedade pelo futuro inesperado. 
Não foi a primeira vez que voltei ao Brasil após ter deixado o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queiladarosa.wordpress.com&blog=606350&post=120&subd=queiladarosa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Há 15 dias desembarquei no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre com um <em>mix </em>de emoções incapazes de serem descritas. Após ter vivido na Nova Zelândia, a decisão de permanecer no Brasil trazia a expectativa e também a ansiedade pelo futuro inesperado. </p>
<p>Não foi a primeira vez que voltei ao Brasil após ter deixado o país, mas agora a sensação era diferente &#8211; teria que me acostumar novamente, a qualquer custo, com a vida aqui. E entre se acostumar e se acomodar, existe uma linha tênue a ser trabalhada e observada por todos nós. A partir do momento em que experimentamos algo diferente, encaramos a possibilidade de deixarmos o antigo pra trás e assumirmos o novo como sendo o melhor. </p>
<p>Em algumas situações, isso faz-se desnecessário, ou até mesmo perigoso. Depois de 3 dias em casa, arrisquei-me assumindo o volante. Seria tudo ao contrário, já que na Nova Zelândia dirige-se do lado esquerdo da rua. E mesmo sendo motorista habilitada há quase 10 anos, quase bati o carro! Deixei morrer o motor. Liguei o pára-brisa ao invés do sinal. Andei do lado contrário da rua e só percebi ao ver o motorista vizinho aproximar-se com o rosto um tanto aflito. Foi péssimo! Mas nada que 2 ou 3 vezes (com supervidores ao meu lado) não resolvessem o drama &#8211; eu logo, logo me acostumei com o trânsito. </p>
<p>Foi assim também com o café com leite (nada de latte, ou flat white, ou meu adorado caramel macchiato, a lá Starbucks), com a moda, com a língua (às vezes parece tão mais fácil falar em inglês), com o posto de gasolina, e &#8220;whatever else&#8221; que você possa pensar. Nos acostumamos, mudamos, adaptamos, ou, neste caso, voltamos a ser/fazer como era antes. </p>
<p>É como deve ser. O que não é essencial, é adaptável. Acabamos nos amoldando a outras preferencias pessoais, sistemas e modo de fazer &#8211;  nada errado nisto. Observei, entretanto, que a partir do momento que experimentamos níveis mais elevados nos padrões condizentes a essência da vida, aí precisamos ajustar nossa &#8220;velha&#8221; maneira de pensar e propor uma mudança cultural ao invés de nos acomodarmos ao antigo sistema, por nós já rejeitado após uma experiência marcante.</p>
<p>Nesse tempo em que estive fora do país, percebi uma preocupação com qualidade de vida por parte dos neozeolandeses muito maior do que a nossa. Prática de exercícios físicos, preferência por lanches saudáveis e bebidas naturais às industrializadas, maior tempo com a família e uma ambição por se fazer da vida o que realmente gosta me &#8220;encheram os olhos&#8221;. Destas coisas, não abro mão. Eu sei, basicamente nós, brasileiros, gostamos de ficar em frente a televisão, somos viciados em coxinha frita e refrigerante, passamos os finais de semana com os amigos ou até mesmo desconhecidos e, se não bastasse, vamos ao trabalho como quem caminha em direção a cruz! Basta! Precisamos de um novo ângulo. Precisamos olhar para todas as experiências por nós já vivenciadas e reter algo de bom para nossas vidas. Se há algo para ser mudado, mudança seja feita!</p>
<p>Não há nada de errado em ser como somos. Mas há erro quando vemos que mudanças (para melhor) podem ser feitas e não as fazemos. Que cada um de nós encare o novo dia através de um novo ângulo, uma nova perspectiva, e que esta nos leve a uma vida ainda melhor, a uma perfeita novidade de vida.</p>
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		<title>Para minha mãe&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2009 22:44:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>queiladarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[escrevivo]]></category>
		<category><![CDATA[brastemp]]></category>
		<category><![CDATA[dia das mães]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[nova zelândia]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, Dia das Mães, estou a 11 mil km de distância da minha. Mas todo o “espaço” entre nós no globo terrestre e as 13 horas de diferença em nosso fuso horário não mudam meu amor por ela e, sei, tampouco o dela por mim. É assim com toda mãe e filho(a): o carinho nunca [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queiladarosa.wordpress.com&blog=606350&post=116&subd=queiladarosa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Hoje, Dia das Mães, estou a 11 mil km de distância da minha. Mas todo o “espaço” entre nós no globo terrestre e as 13 horas de diferença em nosso fuso horário não mudam meu amor por ela e, sei, tampouco o dela por mim. É assim com toda mãe e filho(a): o carinho nunca morre, as conversas nunca terminam, o amor é constante.</p>
<p>Depois de quase 2 anos morando na Nova Zelândia, aprendi algumas coisas e gostaria de compartilhar algumas delas. E por favor, não se sinta culpado caso ainda não tenha percebido ou aprendido tais coisas. Apenas esteja certo de que, mais cedo ou mais tarde, a ficha acaba caindo. Sendo assim:</p>
<p><strong><em>1º : Não importa qual for a culinária, comida de mãe é sempre a melhor!</em></strong><br />
Nessa experiência neo-zeolandês, já trabalhei como garçonete em churrascaria, restaurante italiano e restaurante francês. Os chefes, renomados. As receitas? De todos os lugares do mundo. Os queijos, condimentos, azeites e demais “pitadas de sal”, importados. Os preços, não para qualquer bolso! Nesses lugares já servi e fui servida. Todos os pratos que vendi e entreguei, também provei. Magníficos! Mas aí lembro daquele cheirinho de feijão ao chegar em casa, próximo ao meio-dia. É como se o aroma hipnotizasse a vizinhança inteira. Qualquer que passe pelo portão, arrisca: “feijão novo cumadre?!”. Enquanto a mesa é posta, a cuia de chimarrão passa de lá pra cá. Após a oração, todos se deleitam na comidinha da mamãe. Feijão, galinhada, strogonoff, salada de batata, sanduíche, não importa muito qual é o menu. Só de sabermos ter sido mamãe a cozinheira, tudo fica mais apetitoso; porque assim como aqui na NZ, ela pode até não usar Sazon, mas certamente faz com muito amor!</p>
<p><strong><em>2º : Minha mãe é a verdadeira “Brastemp”!</em></strong><br />
Eu não sei quais são as marcas de maquinas de lavar/secar aqui na NZ, e pra falar a verdade, não estou interessada. Das duas, uma: ou não lavam direito ou lavam, mancham e encolhem minhas roupas. Há dois anos não sei o que é ter roupas lavadas, passadas e perfumadas! Minhas roupas não cheiram tão bem como as roupas lavadas em casa. Se roupa fosse gente, apresentaria as minhas ao “Sr. Ferro de Passar”, pois estas nunca o viram! Não adianta tentar, na casa da mãe as roupas são sempre limpas, macias e cheirosas – e vesti-las é como receber um abraço gostoso da nossa mãe! </p>
<p><strong><em>3º : Conversa de mãe é conversa internacional!</em></strong><br />
Convivo com pessoas do mundo inteiro. Em meu ambiente de trabalho diversos lugares são representados: Inglaterra, Austrália, Índia, Filipinas, Áustria, Alemanha, República Tcheca, Chile, USA, Brasil (yes, somos nós!), África do Sul, e por aí vai&#8230;as conversas e culturas são as mais variadas possíveis. Mas há tipos de conversa que só a mãe consegue ter. É aquele bate-papo que dá a volta ao mundo todo, mas logo ali a frente imerge fundo em nossa alma. É um falar que restaura. É a troca de experiências que produz encorajamento. São palavras ressuscitadoras de sonhos&#8230;</p>
<p>Talvez você não tenha gostado do que escrevi. “Você pensa que cozinhar, lavar, passar e conversar é o que de melhor uma mãe pode oferecer?”. Bem, nesse exato momento eu adoraria poder desfrutar dessas três qualidades de minha mãe. Não importa se você é mãe e nunca lavou a roupa de seu filho. O que quero dizer é que são essas coisas básicas de “ser mãe” que de fato nós, filhos(as) apreciamos em vocês, mães. Porque não existe ninguém no mundo inteiro (nem mesmo no fim da Oceania!) que ame, cuide e nos satisfaça como filhos além de você, mãe. No dia de hoje, levantamos nossos olhos aos céus e agradecemos ao nosso Deus por sua vida. Obrigado por expressar seu amor materno de maneiras simples no nosso dia-a-dia, mas incapazes de serem esquecidas por nós filhos(as).</p>
<p>Feliz Dia das Mães<br />
(e um beijo especial pra minha mamãe&#8230;logo estarei aí pra te abraçar!)</p>
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		<title>MICOSES DA ALMA</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 06:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>queiladarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[upwords]]></category>
		<category><![CDATA[confissão]]></category>
		<category><![CDATA[máscaras]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[pecado]]></category>

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		<description><![CDATA[A sujeira precisa ser exposta
Já quero adiantá-lo de que o assunto é desagradável. Relutei durante muito tempo para escrever sobre isso, mas percebo que expor a situação pode ajudar muitas pessoas, assim como trouxe grandes resultados para minha vida. Já ouviu falar sobre micose? Pois é. Há alguns anos desenvolvi uma micose em uma das [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queiladarosa.wordpress.com&blog=606350&post=113&subd=queiladarosa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>A sujeira precisa ser exposta</em></p>
<p>Já quero adiantá-lo de que o assunto é desagradável. Relutei durante muito tempo para escrever sobre isso, mas percebo que expor a situação pode ajudar muitas pessoas, assim como trouxe grandes resultados para minha vida. Já ouviu falar sobre micose? Pois é. Há alguns anos desenvolvi uma micose em uma das unhas. Fiz tratamento, tomei diversos remédios, tentei os naturais, os controlados por receita médica e até mesmo as últimas tentativas de tratamento, indicadas pela vizinha da amiga da minha tia avó! Nada resolveu.  O tempo passou e eu estava cansada de tudo aquilo. Quanto tempo? Bem, até hoje a situação não mudou, e lá se vão quase quatro anos. Resolvi mascarar o problema – ou melhor, pintá-lo! Os mais variados esmaltes eram meus companheiros preferidos – conseguiam esconder o que me deixava constrangida. </p>
<p>A questão é que nada é para sempre, muito menos a minha paciência! Decidi que iria cortar a unha, ir novamente ao dermatologista e voltar a fazer o tratamento. Por quê? Porque nada é resolvido enquanto escondemos. Falar sobre o problema, pensar a seu respeito e encarar a realidade (ainda que vergonhosa) é a única forma de resolvê-lo. Foi assim com minha alma&#8230;</p>
<p>No salmo 32:3 diz: “Eu tentei, por algum tempo, esconder de mim mesmo o meu pecado. O resultado foi que fiquei muito fraco, gemendo de dor e aflição o dia inteiro”. Vivemos na alma o que vivi com o fungo. Colocamos o problema “embaixo do tapete”, contornamos a situação e com um sorriso amarelo estampado em nosso rosto, admitimos estar tudo bem. Entretanto, o salmista deixa bem claro que enquanto fizermos isso, tudo o que poderemos experimentar são nossas forças se esgotando, a dor aumentando e o coração agonizando.  </p>
<p>Precisamos encarar. Se eu sei o quanto é vergonhoso? Sim, eu sei. Dias atrás fui confrontada pelo próprio Espírito Santo. Orgulho, falsidade, mentira, omissão, insubmissão, estes são só alguns assuntos que me fizeram ver a necessidade de expor o pecado para Deus, deixar o Espírito Santo sondar e o Seu perdão curar. Quem sabe em sua vida você também precise olhar de frente esses problemas? Ou quem sabe é a ganância, ou a maledicência, a imoralidade, a gula? Não sei. Talvez outros também não saibam, porque você – como eu – consegue maquiar muito bem a situação. Mas há alguém que consegue enxergar, alguém capaz de sondar o mais profundo do nosso coração. “Senhor, tu examinas a fundo a minha alma e conheces todas as coisas a meu respeito” (Salmo 139:1). É como esconder o fungo de um dermatologista: não vai convencer! Deus sabe que suas boas ações e sua presteza em ajudar são na tentativa de camuflar seu pecado. Ele entende quando você sorri demais para as pessoas, só para não desandar chorando quando vierem lhe perguntar se tudo vai bem. Ele percebe sua dor, ainda que suas brincadeiras sejam as mais divertidas do grupo.</p>
<p>Em seu admirável e desafiador livro “O obstinado amor de Deus”, Brennan Manning escreve, “Os cristãos que permanecerem no esconderijo continuam a viver uma mentira. Negamos a realidade do nosso pecado. Numa tentativa inútil de apagar o passado, privamos a comunidade de nosso dom curador. Se ocultarmos nossas feridas, por termos ou vergonha, nossa escuridão interior não pode ser nem iluminada, nem tornar-se uma luz para os outros”.</p>
<p>Não vale a pena esconder. Enquanto você banca “o fantasma da ópera”, com suas máscaras variadas, para cada tipo de situação, sua alma vai sendo destruída pela culpa, pela dor, pelo sofrimento. É tempo de tratamento. Aliás, sempre é. Hoje você corrige uma área, amanhã outra. E assim, vamos sendo tocados pelo médico dos médicos, capaz de dar uma solução para cada doença de nossas almas.<br />
Ele quer nos curar. O orgulho nos faz imaginar que conseguiremos sozinhos. A vergonha nos faz pensar que seria melhor não expor a situação. O medo nos deixa apavorados com a idéia de tratamento, assim como uma criança arregala os olhos frente a uma injeção. Mas curar a alma é muito mais fácil do que curar a micose. O sofrimento continuou “até que admiti a minha culpa e confessei a ti o meu pecado” (Sl 32:5, grifo meu). “Até que” é a expressão chave! Confesse. A dor só consegue lugar onde não há confissão. O tratamento custa caro, leva tempo, mas a garantia da cura não é de qualquer dermatologista. É daquele que tem seu coração em Suas mãos.</p>
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		<title>Deixe as pessoas!</title>
		<link>http://queiladarosa.wordpress.com/2008/10/17/deixe-as-pessoas/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 00:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>queiladarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[upwords]]></category>
		<category><![CDATA[adão e eva; justiça; acusação; pecado; teto de vidr]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando não julgar é a melhor decisão
Em nosso grupo de amigos da igreja, Belinha é a filha de 5 anos de uma jovem mãe. Esperta e doce, a menina conquista o coração de todos, sem muito esforço. O fato de conviver com pessoas mais velhas a faz usar expressões e palavras que nos surpreendem. Certa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queiladarosa.wordpress.com&blog=606350&post=107&subd=queiladarosa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>Quando não julgar é a melhor decisão</em></p>
<p>Em nosso grupo de amigos da igreja, Belinha é a filha de 5 anos de uma jovem mãe. Esperta e doce, a menina conquista o coração de todos, sem muito esforço. O fato de conviver com pessoas mais velhas a faz usar expressões e palavras que nos surpreendem. Certa vez, enquanto alguns jovens “discutiam” (para não dizer fofocavam) a situação de um irmão da igreja, ela virou para eles, largou seu brinquedo e disse: “Deixa as pessoas”! Você consegue imaginar a cara de cada adulto, não é? Em apenas 5 anos de vida ela já aprendera uma importante lição: julgar não é legal. </p>
<p>É fácil dizer se alguém está certo ou errado, de acordo com o que vivemos ou deixamos de viver. Todos nós criamos padrões de justiça, mais ou menos severos, de acordo com nossas experiências e nosso olhar crítico. Pense em um casal que, durante sua vida inteira, participou de uma igreja, foram professores de escola bíblica e nunca sofreram um deslize no casamento. Sabe qual é a provável primeira frase deles ao se deparar com um caso de adultério de um casal amigo? “Que horror. É um péssimo exemplo&#8230;melhor nossos filhos não irem mais até a casa deles&#8230;”. Exagero? Bom, somos viciados em exageros e esteja certo, isso acontece. É um puritanismo de matar, não? Pense agora em um adolescente que foi pego roubando na escola. Você pode julgar como um daqueles casos “sem solução” e propor que o expulsem e denunciem para o conselho tutelar. Pois é. De fato, são pecados terríveis, tanto um quanto outro. Tão terríveis quanto o nosso julgamento diante da situação e sobre as pessoas. Quem atira a primeira pedra?</p>
<p>O problema é que não analisamos o passado de ninguém, as influências, as dificuldades, os motivadores para que tal fato acontecesse. É bem verdade que pecado é pecado. Não podemos discutir o que está certo e o que errado – temos isso bem claro na Palavra e até mesmo nosso senso moral é capaz de discernir (se bem que na atual sociedade, é de se duvidar). Mas podemos e devemos procurar saber o que está por trás da história. Isso se chama sensibilidade e justiça. </p>
<p>Você pode lembrar quando alguns homens judeus chegam até Jesus empurrando uma mulher e dizendo para apedrejarem-na em função de seu pecado?  As palavras de Jesus são usadas até hoje – pena ser lembrada apenas quando trás benefício próprio. Ele disse: “quem não tem pecados, então, que tenha a iniciativa do apedrejamento”. Ou, em outras palavras – mais moderna e cantada por uma banda recente – quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra! Como diriam meus conterrâneos gaúchos: “báh”. Báh mesmo&#8230;que saída fantástica, que lição de moral, que exemplo, que modelo a ser seguido!</p>
<p>A justiça de Deus nunca foi “um só peso, uma só medida”. Veja bem, Seus mandamentos não mudam e não podem ser contextualizados. A mulher pega em adultério naquela época estava em pecado. Uma mulher (ou homem!) pego em adultério hoje está tão em pecado quanto estiveram aqueles nos primeiros séculos. Entretanto, a maneira como Deus trata cada pessoa é singular, leva em conta os temperamentos, as situações vividas, as orações, a confiança, o arrependimento.</p>
<p>Sei que é difícil entendermos. É difícil pensarmos em um pecado e dois tipos de tratamento. Por que será que algumas pessoas mentem e nada lhes acontece de mal? Ou, qual o motivo de uma adolescente engravidar após sua primeira relação sexual e a outra se “safar” depois de tantas vezes? Você e eu diríamos: ‘é uma injustiça!’, não é mesmo? Quando muito alguém poderia dizer: isso é pura sorte! Mas na verdade, isso é justiça, medida para cada um! Deus sabe o que vem pela frente, quem irá mudar de atitude sendo tratado apenas por Ele, sem conseqüências severas, e quem deve sofrer a dor do pecado, para aprender. </p>
<p>Fico emocionada e extremamente grata a Deus quando penso em sua dedicação exclusiva a cada filho. Se ele nos criou diferentes, porque trataria a todos da mesma maneira? Ele, melhor do que qualquer um, sabe de nossos dons e temperamentos e consegue extrair de nós o melhor, através de seu tratamento e correção ímpar. Sou a filha caçula, tenho mais dois irmãos – nossa diferença de idade de um para outro é cerca de 5 anos. Quando criança, vários invernos eu aproveitava os casacos que não serviam mais neles – e reclamava, é verdade, pois queria um novinho! Mas o fato é que meus pais nunca deram para um o que deram para outro, na mesma quantidade, modelo e cor! Vejo em algumas famílias que quando um filho precisa de um tênis novo, então todos ganham um tênis novo – igualzinho! Nunca entendi isso – até porque em minha casa não funcionava assim. Se apenas um precisa, por que todos ganham? E por que precisa ser o mesmo tênis e marca (e preço) para cada um? Não temos nós preferências particulares? Por que os pais insistem em colocar os filhos em um mesmo saco, se nasceram em épocas diferentes, com gostos e estilos diferentes e até mesmo situações econômicas diferentes? E quanto ao chefe da empresa resolve dar um salário padrão para todos os funcionários, independente de seu cargo e qualificação profissional? E o noivo que trata sua futura esposa exatamente como tratava sua ex-namorada, como se aquele fosse o melhor referencial de amor, sem novas possibilidades? Não é tudo isso uma grande injustiça?</p>
<p>Costumeiramente usamos a palavra “justiça” como algo ruim, de castigo eterno. Se alguém rouba algo de você, prontamente você diz “Deus é justo e esse ladrão vai queimar no fogo do inferno”. Estamos acostumados com a justiça dos homens, que machuca as pessoas e as envergonha. Se o juiz declara que o réu receberá pena de 75 anos de prisão, você vibra e diz que justiça foi feita. Mas se ele disser que o réu foi livre de acusação, posso ver sua cara de indignação e suas palavras duras – nesse país, a justiça nunca funciona. Mas qual é o problema? Os advogados e promotores analisaram o caso, as provas – ou falta delas &#8211; foram vistas, as testemunhas falaram e uma decisão foi tomada – é justo! Não vou entrar aqui na questão da corrupção no sistema do tribunal de justiça, sabemos que existem falhas e muitos são prejudicados com isso. Mas ainda que tenhamos uma justiça limpa e dedicada, não gostamos de ouvir que o acusado foi livre da detenção, pois não entendemos isso como justiça. Para nós, justiça é sempre o lado ruim, que traz conseqüências desastrosas e fere a protagonista da história.</p>
<p>A história de Adão e Eva e o que lhes aconteceu é um clássico de nossa falta de entendimento da justiça e do amor de Deus. O que ensinamos para as crianças? O homem pecou, desobedeceu a Deus e, como castigo, Deus os expulsou do Jardim do Éden para nunca mais voltarem! Não&#8230;não foi esse tom que Ele queria dar à leitura desse texto. Deus amou tanto o homem, a sua criação, que o fez sair do jardim e vir sobre eles a morte – caso contrário, o homem continuaria pecando e piorando eternamente! Já pensou como seria duro viver a eternidade, aqui na terra, em pecado e afastado de Deus? Cada vez descobrindo novos prazeres pecaminosos, de depreciação do corpo e da mente, de destruição do próximo e de desonra a Deus. Seria terrível. Mas Deus não deixou isso acontecer. Ele os tirou do jardim e trouxe a solução – a sua justiça!</p>
<p>Adão e	 Eva, logo após pecarem, tentaram um jeitinho brasileiro de resolver as coisas. Você lembra bem – eles não procuraram Seu criador, não conversaram a respeito, não pediram perdão, nem mesmo reconheceram seu próprio erro! Eles saíram desesperados, atrás de algumas folhas, para cobrirem seus corpos, como símbolo de uma justiça própria. Eles mesmos queriam resolver tudo aquilo, de um jeito ou de outro. Nesse momento Deus vem com sua justiça – quanto alívio! Era óbvio que folhas de figueira não eram capazes de desfazer o erro. Mas Ele foi capaz de enviar Sua própria justiça a favor de nós, pecadores.</p>
<p>Nesse momento Deus sacrifica o primeiro animal, em referência ao que faria com seu Filho, para nos justificar. Ele toma a pele do animal e veste o homem com um lindo casaco de couro! Sim, Ele tirou nossos trapos de imundícia, nossa moda de folhas de figueira, e nos vestiu com vestes de justiça, providenciadas por Ele mesmo! Jesus não teria motivos para vir a Terra. Ela já conhecia tudo lá dos céus, Ele estivera presente na criação e, certamente, aqui não seria melhor do que Seu lar! Pense bem, Ele não veio na forma de homem para dar uma bronca em Adão e Eva; não fez esse esforço para colocar satanás em seu lugar; também não veio porque os jornais clamavam por notícias sensacionalistas. Ele veio por você! Só para que você tivesse uma nova chance e fosse levado novamente ao jardim, para desfrutar da amizade com Deus.</p>
<p>Você tem medo do Deus justo? Eu não. Não consigo pensar em como o melhor poderia ser o pior. Algumas pessoas pensam no dia do grande julgamento, o Juízo Final, e ficam assustadas, preferindo nem comentar sobre isso. Se tivermos medo da prestação de contas é porque estamos deixando a desejar – e ainda há tempo para consertarmos isso. Mas a verdade é que naquele dia, Deus separará os bodes das ovelhas. Você tem dúvidas que é uma ovelha? Dê uma olhada em sua lã branca e macia. Tão branca que só mesmo um sangue escarlate teria sido capaz de branquear. E depois de conferir, faça da frase de Belinha o seu lema – deixe as pessoas! Deus, o Justo Juiz, tem a situação de cada um em suas mãos. </p>
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		<title>Invariavelmente constante!</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 08:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>queiladarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[upwords]]></category>
		<category><![CDATA[café latte]]></category>
		<category><![CDATA[constância de Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[imutabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[inconstante]]></category>

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		<description><![CDATA[Buscando referência no Deus imutável.
Sou uma grande amante de café Latte. Passar em frente ao Starbucks, Mc Donalds ou outra cafeteria na cidade é suficiente para me fazer parar e trocar algumas moedinhas por um delicioso “coffee and milk take away”. Meses atrás descobri então o English Breakfast Tea Latte (meu chá preferido, feito com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queiladarosa.wordpress.com&blog=606350&post=104&subd=queiladarosa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>Buscando referência no Deus imutável.</em></p>
<p>Sou uma grande amante de café Latte. Passar em frente ao Starbucks, Mc Donalds ou outra cafeteria na cidade é suficiente para me fazer parar e trocar algumas moedinhas por um delicioso “coffee and milk take away”. Meses atrás descobri então o English Breakfast Tea Latte (meu chá preferido, feito com leite, exatamente como um latte). Era a combinação perfeita – tornei-me adepta. O único problema por mim encontrado há algumas semanas atrás foi a inconstância deste. O mesmo local, o mesmo pedido e um gosto diferente a cada dia! Não estava ruim, apenas não sabia o que esperar do meu chá-latte. Confesso, a variante fez-me titubear se deveria comprar novamente. </p>
<p>Penso que se um chá fosse todo o problema de instabilidade em minha vida, esse não seria um assunto para o próximo texto, tampouco para minha meditação. A questão é: eu sou inconstante. Existe uma variação enorme de um dia para o outro, ou de uma estação para a seguinte, em meus pensamentos, atitudes e convicções. Não que eu queira – de modo algum! Para mim, uma das características mais louváveis em uma pessoa é a imutabilidade em seu modo de ser – principalmente porque não terei que avalia-la uma segunda vez! Mas com tantas opções ao nosso redor, como nos mantermos os mesmos? Os negócios mudam, a tecnologia evolui, a garrafa da coca-cola é alterada, os direitos do cidadão são revistos, a moda é redefinida, as celebridades remodeladas – onde encontrar a constância nesse mundo?</p>
<p>Não existe nada de errado em optar por um novo estilo de roupa, mudar de idéia sobre profissão ou mesmo entender que a visão política esquerdista não é a melhor, votando no oponente. Há, entretanto, uma necessidade de continuidade em nossas atitudes e visão geral sobre o mundo (ou seja, em nossa essência) e isso precisa ser desenvolvido em nossas vidas. O apóstolo Paulo escreveu uma carta à igreja em Tessalônica, dizendo “o Senhor conduza o coração de vocês ao amor de Deus e à constância de Cristo” (II Tss 3.5). Hum, parece que os cristãos daquela época já enfrentavam alguns probleminhas ao buscar um caráter inalterável! Qual a solução? Busque a constância, não do mundo, dos seus próprios pensamentos, dos seus professores mais inteligentes, das doutrinas há tanto tempo praticadas, mas de Jesus! Quando olhamos para o Senhor, formamos uma personalidade que não se desloca, independente de enfrentar as mais estranhas e inesperadas situações.</p>
<p>As questões mais íntimas em nosso coração surgem quando não encontramos dentro de nós a constância necessária. Vacilamos sobre nossos sonhos, nosso propósito, nosso jeito de ser feliz, vacilamos até mesmo sobre nosso valor para Deus. Se não perseveramos crendo nas verdades bíblicas, se não mantemos incessante nossa vida de oração e deixamos de lado o que Deus diz a nosso respeito, então nosso coração não encontra repouso em lugar algum, e somos levados pela descontinuidade do mundo. Em Deus não existe mudança ou sombra de variação. Quando nos detemos a Ele, às suas idéias e pensamentos, somos levados a uma vida plena e segura com uma capacidade tal de manter-se inalterável que os ventos mais agitados não poderiam tirá-la do rumo traçado. </p>
<p>Constância depende de um referencial imutável. O próprio Deus diz “eu não mudo” (Ml 3:6). Por que, então, insistimos em absorver as idéias rudimentares e superficiais pelo mundo declaradas? Por qual razão tentamos alinhar nossos pensamentos aos deles? Que valor há em lançarmos dardos num mundo onde o alvo muda de lugar o tempo todo? Nossas idéias, atitudes, caráter e essência precisam começar e terminar em um mesmo ponto de referência – Deus. É no altar do Senhor onde somos construídos à Sua imagem, onde percebemos que Ele não muda e que nós, apesar de todas as mudanças experimentadas em nosso dia-a-dia, podemos viver a constância do caminhar em Deus. </p>
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		<title>Descobrindo 27</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 05:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>queiladarosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje, 5 de setembro (aqui na Nova Zelândia&#8230;no Brasil, não teria nascido ainda) completo 27 anos. Vinte e sete. Peça a uma criança para contar até 27 e você perceberá que o número não é tão pequeno. São quase 10 mil dias vividos até aqui. &#8220;É muito chão&#8221;, como diriam os colonos de minha terra! [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queiladarosa.wordpress.com&blog=606350&post=98&subd=queiladarosa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Hoje, 5 de setembro (aqui na Nova Zelândia&#8230;no Brasil, não teria nascido ainda) completo 27 anos. Vinte e sete. Peça a uma criança para contar até 27 e você perceberá que o número não é tão pequeno. São quase 10 mil dias vividos até aqui. &#8220;É muito chão&#8221;, como diriam os colonos de minha terra! Os que já passaram dessa idade hoje me disseram &#8220;ainda estás nova&#8221;. Mas esta foi a maior idade já alcançada por mim mesmo &#8211; era de se esperar algum tipo de espanto, não?! Entretanto, o maior susto não vem pela quantidade de anos, mas pela vivência (ou a falta) deles.</p>
<p>Na adolescência costumava me imaginar aos 27 anos como uma mulher casada, rodeada de crianças, preocupada em manter a casa própria bem arrumada, desdobrando-se em 4 para cuidar da família, profissão, ministério e vida pessoal. Era uma imagem bem estável, porém sem criatividade. </p>
<p>Em minha juventude (quero dizer, aos 20 anos, jovem eu ainda sou!), a imagem permaneceu basicamente a mesma, apenas abri mão das crianças &#8211; que pensei viriam mais tarde &#8211; e dei uma ênfase maior na profissão. Eu seria, aos 27 anos, a profissional bem sucedida, requisitada, com diversas oportunidades de emprego e campo de atuação. </p>
<p>Vinte e sete anos e, adivinhe? Sem casamento (sequer um namorado!), sem profissão, sem ministério estável e nem mesmo projetos para o futuro. Dividindo um flat com casal de amigos na Nova Zelândia, eu hoje trabalho como garçonete em um hotel (após ter concluído 2 faculdades), dirijo um carro ano 90, luto todos os dias para me comunicar melhor na língua inglesa (sendo que &#8220;falar&#8221; era uma das minhas atividades preferidas), e no dia do meu aniversário curto sozinha uma taça de <em>Merlot Cabernet </em>, aproveitando o tempo com meu laptop e ouvindo boa música. No mínimo inesperado. </p>
<p>Não é estranho pensarmos na incerteza do futuro? Quando paramos pra refletir, o futuro já é e os planos, já eram. Quando abri os olhos, era 27, não mais 20. Eu tinha mudado, o mundo continuado e os meus sonhos, de certa forma, ajustaram-se ao novo desafio de viver a fase adulta. Ainda visto moleton, compro M&amp;M&#8217;s no posto de gasolina e escuto pop rock quando apaixonada. Por dentro, entretanto, a admiração por um vestido Prada, a necessidade de trocar doces por uma ceaser salad e o desejo por ouvir violão clássico para relaxar. O que acontece que o corpo parece não acompanhar o cabeça? Seria um medo de assumir? Ou a própria falta de preparo para experimentar a nova fase?</p>
<p>Há pouco descobri que tinha 27. Descobri-me diferente e então assumi o desafio de abrir mão de algumas coisas para vivenciar outras melhores. Não mais um menino para passar o tempo, mas a expectativa de encontrar um homem, preparado para uma vida a dois. Não mais a ilusão de que estabilidade existe, mas a certeza de que terei forças pra continuar, pela graça de Deus. Não mais o desejo de ser quem não sou, mas a certeza de que Ele me molda pra ser quem Ele espera.</p>
<p>Ontem, minha mãe mandou um verso bíblico por meu 27º aniversário. Diz assim: “Portanto, assim como você recebeu Cristo Jesus, o Senhor, continue a viver nele, enraizada e edificada nele, firmada na fé, como foi ensinada, transbordando de gratidão”. (Colossenses 2:6/ adaptado). E assim escolho: caminhando Seus caminhos, peço para que a cada dia Deus me coloque no centro do seu querer, firmando minha vida não nas raízes de minha própria experiência, mas de Sua Palavra, imutável, constante e segura; e assim meu coração continuará alegre, agradecendo a Deus pelos 27, que apesar de diferente, me surpreendem e me fazem crer que Deus tem o melhor para minha vida. O futuro já começou, e  Ele prometeu que este é certo e cheio de esperança. Então, que venha o 28º&#8230;e descobrirei um pouco mais da fidelidade do meu Deus.</p>
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		<title>Branco Puro</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 10:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>queiladarosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Transformando você em “branco cor de neve”
Não entendemos certos textos bíblicos por falta de discernimento espiritual, outros, porém, por falta de experiência no natural. Em minha igreja costumávamos cantar um hino que diz: “alvo mais que a neve, alvo mais que a neve, se por teu sangue lavado, mais alvo que a neve serei”. Obviamente, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=queiladarosa.wordpress.com&blog=606350&post=96&subd=queiladarosa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong><em>Transformando você em “branco cor de neve”</em></strong></p>
<p>Não entendemos certos textos bíblicos por falta de discernimento espiritual, outros, porém, por falta de experiência no natural. Em minha igreja costumávamos cantar um hino que diz: “alvo mais que a neve, alvo mais que a neve, se por teu sangue lavado, mais alvo que a neve serei”. Obviamente, eu sabia o que era neve. Conhecia as condições climáticas capazes de provocar uma precipitação de cristais de gelo, em geral de forma hexagonal e intricadamente ramificados, e por vezes aglomerados em flocos (ta certo, eu copiei do dicionário!), mas enfim, já tinha visto na televisão, estudado na escola, imaginando a sensação ao pegar o “gelo fofinho”. Nessa madrugada, porém, o conhecimento foi além dos livros, imaginação ou televisão. Eu vi. Às 6 da manhã acordei e vi um manto branco, espesso, e pequenos flocos a cair, sem fim. Mais tarde, toquei, comi, brinquei, montei boneco de neve (ficou horrível!), pisei, bati fotos, filmei, enfim, vivenciei a neve. É linda. É atrativa. É pura.</p>
<p>Talvez pela primeira vez eu tenha entendido a comparação feita pela Bíblia. Em Isaías 1:18 diz, “..ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve&#8230;”. Quando vemos a neve, frente a frente, percebemos que qualquer cor é suja demais, impura demais, indigna demais para o branco-neve. Não é incrível? Se minhas meias lavadas com sabão em pó Omo já são sujas o bastante perante o branco-neve, quanto mais o vermelho intenso dos meus pecados? Como pôde Deus propor tamanha santificação em nossa vida diante dessa diferença gritante? </p>
<p>Pense que seu filho (ou sobrinho, irmão, primo) de 3 anos de idade recebeu um típico desenho natalino do hemisfério norte para colorir. Neste desenho, uma rua com várias casas, cobertas por neve. Hienas voam no céu, com Santa Claus, luzinhas colorem as casas, crianças abrem presentes. O único problema é que ao iniciar a pintura, esse pequenininho ignorou o fato da neve ser branca e, com entusiasmo, pintou-a de vermelho escarlate. Como voltar atrás? Quanto branco seria necessário para limpar a imundice do vermelho?</p>
<p>Sim, esta é a pintura de nossa vida.</p>
<p>Porque Jesus é branco puro e santo, através de sua graça abundante e suficiente, a pintura foi refeita. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! (Jo 1:29) Através de seu sacrifício completo na cruz, somos lavados de nossos pecados e colocados numa posição de justos, limpos, puros, santos. Eu sei, custamos a crer. “Eu santo, puro, limpo? Você deve estar falando do pastor, de minha mãe ou Tereza de Calcutá”. Incrível como sempre pensamos ser uma questão de obras e não de graça! Deus, por seu imenso amor, nos deu Sua justiça através de Jesus Cristo. Isso significa que hoje temos a habilidade de permanecer na presença de Deus, sem qualquer sentimento de medo, culpa ou inferioridade, como se o pecado nunca tivesse existido. Puros. Alvos como a neve. </p>
<p>Existe uma vida branco-neve esperando por nós. Ele foi capaz de branquejar a vermelhidão de nossos pecados, alvejar o encardido de nossa alma e está pronto a nos  purificar tão logo a menor manchinha apareça em nosso percurso. O desenho foi traçado, basta escolhermos a cor certa para colorir. A vida de santidade nos pertence, basta andarmos de acordo com o que já recebemos. </p>
<p>Lá fora, a neve continua caindo, branquejando casas, montanhas e dias. Aqui dentro, em meu coração, o vermelho começa a sumir, e o branco-neve de Sua santidade, a me cobrir. E graças a Ele, o acesso à Sua purificação não acontecer apenas uma vez ao ano, quando a temperatura marca zero grau. No céu, o branco-neve de sua pureza é constante, e nem mesmo o calor de Seu amor consegue derreter. </p>
<p><em>Queila da Rosa<br />
5 julho, 2008<br />
Manhã, primeira vez que vi neve. </em></p>
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